Quem me segue no instagram (@lovemandis) já sabe que passei esse final de semana em New York. Chegou a hora de contar um pouquinho mais sobre essa mini viagem por aqui.

Transporte: Optamos por alugar um carro na Thrifty para ir de Boston a NY. Pagamos cerca de $200 pelas diárias, mais a gasolina (cerca de $30) e o estacionamento ($55 a diária). Foi uma opção confortável pelo trajeto que tínhamos que percorrer e pela liberdade de horário, mas para quem quiser economizar em transporte, a minha dica é verificar os preços das passagens de ônibus no site da Wanderu, custa cerca de $25 o trecho.

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Hospedagem: Para dormir, optamos pelo hotel Pennsylvania. Reservamos pelo site last minute travel e conseguimos uma promoção excelente, pagando cerca de $115 a diária. Infelizmente, foi uma ingrata surpresa. O hotel é velho caindo aos pedaços, o corredor fede e levamos cerca de 2 horas para fazer check in (sendo que já tínhamos pago antecipadamente), ou seja, ficamos das 2 as 4 da manhã esperando para ir dormir. Passados os problemas iniciais, o quarto estava limpo, a cama era grande e conseguimos dormir a noite toda confortavelmente. A localização é o grande ponto forte, pois o hotel está a cerca de 15 minutos a pé da Times Square.

Uma vez em NY, esqueça seu carro no estacionamento e a preguiça, pois a cidade é um caos em relação a trânsito e você vai usar muito suas pernas. Levantamos cedo no sábado e fomos tomar café próximo ao hotel e já compramos os ingressos do observatório do World Trade Center pela internet. Pagamos cerca de $30 por pessoa e pegamos o metrô ($3/pessoa) para ir até lá.

One World Observatory: Chegando ao destino, mais uma ingrata surpresa: zero visibilidade. Ficamos desempolgados, mas resolvemos subir mesmo assim já que não tínhamos tempo para ir em outro horário/dia. O elevador foi a parte mais emocionante, já que ele sobe bem rápido e é todo projetado com imagens de como se você tivesse vendo a rua do alto mesmo. O chão de vidro foi mais uma decepção, já que também era projeção. Resumo da atração: se tiver zero visibilidade não vá! hahaha

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Saindo do World Trade Center, hora de conhecer o maldito touro de bronze da Wall Street, que procurei tanto das outras vezes que fui em NY e nunca tinha achado.

Charging Bull: símbolo de alta das ações na bolsa de valores, o touro está localizado no Bowling Green Park. Dizem que se esfregar a mão no chifre, focinho ou testículo, você terá sorte, prosperidade e dinheiro. Já deu pra saber o fim dessa história né? Eu e meus amigos asiáticos só queríamos saber de enriquecer hahaha

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Saindo do touro, passamos no stand da TKTS para ver se conseguíamos um ingresso com desconto para algum espetáculo da Broadway (fica a dica para quem quiser tentar, baixem o aplicativo e verifiquem os espetáculos disponíveis no dia). Ficamos na fila uns 40 minutos, mas quando chegou nossa vez só tinham os ingressos mais caros e desistimos. No fim não achei tão ruim porque não tinha Aladdin e era esse que eu queria ver, então ficou para a próxima.

Brooklyn Bridge: a próxima parada foi a ponte mais charmosa de NY. Ela é muito fofinha e apesar de estar cheia de gente, deu para andar um pouco por ela e apreciar as vistas.

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American Museum of Natural History: a próxima atração foi mais uma daquelas que eu tentei ir nas outras vezes que estive em NY e não consegui. O museu de história natural traz 4 andares com diversos conteúdos. Tem dinossauros, origem da vida, cultura dos povos, tem mamíferos, aves e répteis, entre outras coisas. Achei interessante, porém eu esperava mais. Muitos textos, muitos detalhes, poucas coisas saltavam aos olhos. Fiquei curiosa para ir nas atrações pagas a parte, mas nem tinha visto se valia pagar a mais pra isso e acabei decidindo por não ir. Além disso, a parte de mamíferos aquáticos estava fechada porque eles iam receber crianças para passar a noite no museu, super fofo ❤

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Central Park: ir à NY e não ir ao Central Park é entrar na sorveteria e só tomar uma água. Então saindo do museu de história natural fomos descendo em meio a muitas árvores e muito verde, esquilos fofos, crianças, pessoas se exercitando, pessoas casando… Olha, vimos de tudo hahaha Fizemos uma pausa para um café no parque antes de prosseguir.

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Saindo do café, fomos descendo pela 5a avenida e paramos no Rockefeller Center (antes disso na loja da LINDT porque minha alma de gordo não se conteve). No inverno, essa parte das mesas e do bar é uma pista de patinação no gelo.

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Na minha opinião, a noite em NY tem que ter Times Square em algum momento, a rua iluminada fica incrível nesse horário (claro que a multidão não é uma parte boa, mas vale a pena encarar). Reservamos uma mesa no HardRock Cafe pelo aplicativo opentable e eu achei que valeu muito a pena comer por lá, o ambiente é super agradável e o hambúrguer é uma delícia! Mas esse é assunto para o próximo “Mandis degusta”.

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Domingo pegamos o carro, passamos por Hoboken e seguimos para o outlet Jersey Gardens. Em um próximo post mostro minha mini compra. No geral acho que conseguimos fazer bastante coisa em um dia só e foi bem proveitoso, mas NY é daquelas cidades que sempre falta fazer alguma coisa, sabe como?

Beijos!

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3 comentários em “Mandis viaja

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